5.ª vitória de Tadej Pogačar no “Tour de France”
Tadej Pogačar chega às cinco vitórias no “Tour”, igualando o registo das maiores figuras da prova, alcandorando-se ao nível de Anquetil, Merckx, Hinault e Indurain.
Esta foi, aliás, uma edição “sem história”, no que respeita à disputa pelo 1.º lugar.
Bastante antes da queda que levou à desistência de Jonas Vingegaard, na 15.ª etapa, já o esloveno tinha o triunfo “no bolso”, contando quatro minutos e meio de vantagem sobre o seu principal rival – tendo começado por fazer a diferença logo no sexto dia, nos Pirenéus, vencendo a etapa, a solo, com 2:38 minutos de avanço, completou o trabalho na 10.ª e na 14.ª etapas (que ganhou também, adicionando, por coincidência, em cada uma delas, mais 54 segundos ao diferencial face ao até então vice-líder).
No total, Pogačar somou cinco vitórias em etapas, passando a totalizar 26 triunfos (apenas superado, nesta altura, pelas 35 etapas ganhas pelo sprinter Mark Cavendish, as 34 de Eddy Merckx e as 28 de Bernard Hinault).
Mas, o mais impressionante, é que, ainda antes disso, começara, logo na 2.ª etapa, em Barcelona (primeira disputada individualmente, após o arranque com um contra-relógio por equipas… vencido pela Visma, de Vingegaard, o que lhe proporcionara ostentar o “maillot jaune”), por oferecer a vitória ao seu colega de equipa, Isaac del Toro.
Para, na 20.ª etapa, abdicar da disputa da etapa, de novo em prol do apoio ao mexicano, ajudando-o a preservar o lugar no pódio, deixando para trás a jovem (19 anos) promessa francesa, Paul Seixas… e deixando ir embora Evenepoel (o 2.º classificado da geral), ainda assim com o belga sem conseguir evitar segunda vitória de Carapaz, na etapa rainha, no Alpe d’Huez (onde Pogačar tinha triunfado na véspera!).
Mais do que um competidor único, Pogačar afirma-se como um grande líder, pelo qual os seus gregários estarão também dispostos a dar tudo.
Neste aspecto, de triunfos em etapas, esta foi uma edição especialmente concentrada: para além das cinco vitórias do esloveno, estiveram também em grande evidência: os belgas Tim Merlier (três etapas ganhas) e Remco Evenepoel (duas vitórias), tal como o equatoriano Richard Carapaz e o neerlandês Mathieu van der Poel.
Por fim, de assinalar, de novo, a singularidade de – para além do vencedor e do 10.º classificado – mais nenhum ciclista conseguir repetir a presença no “Top 10” entre 2025 e 2026.
Desta vez o único português em prova, Nelson Oliveira, aos 37 anos, na 11.ª temporada ao serviço da Movistar, completou a sua 24.ª grande volta (10 “Tour” / 4 “Giro” / 10 “Vuelta”), em 24 participações, estabelecendo um fantástico “record” mundial, tendo disputado mais de 500 etapas!
Classificação geral final:
1.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates XRG – 73h 56′ 26”
2.º Remco Evenepoel (Bélgica) – Red Bull – Bora – Hansgrohe – a 06′ 26”
3.º Isaac del Toro (México) – UAE Team Emirates XRG – a 09′ 42”
4.º Paul Seixas (França) – Decathlon CMA CGM Team – a 11′ 56”
5.º Lenny Martinez (França) – Bahrain Victorious – a 13′ 02”
6.º Mattias Skjelmose (Dinamarca) – Lidl-Trek – a 14′ 59”
7.º Juan Ayuso (Espanha) – Lidl-Trek – a 17′ 48”
8.º Richard Carapaz (Equador) – EF Education – EasyPost – a 20′ 00”
9.º Thomas Pidcock (Inglaterra) – Pinarello–Q36.5 Pro Cycling Team – a 29′ 28”
10.º Jordan Jegat (França) – TotalEnergies – a 33′ 21”
…
65.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 4h 17′ 56”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985), Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995) e Tadej Pogačar (2020, 2021, 2024, 2025 e 2026);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017);
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955), Greg Lemond (1986, 1989 e 1990);
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009) e Jonas Vingegaard (2022 e 2023);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019) .
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Liga Europa – 2ª Pré-Eliminatória – FC St. Gallen – Benfica
FC St. Gallen – Lawrence Ati-Zigi, Tom Gaal, Jozo Stanić (90m – Joel Ruiz), Chima Okoroji, Hugo Vandermersch, Lukas Daschner, Carlo Boukhalfa (72m – Leon Frokaj), Lukas Görtler, Mihailo Stevanović, Aliou Baldé (72m – Diego Besio) e Christian Witzig (72m – Andrin Hunziker)
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, Clément Lenglet, António Silva, Samuel Dahl, Manuel “Manu” Silva (84m – João Rego), Miguel Figueiredo (66m – Enzo Barrenechea), Jakub Kamiński (66m – Tiago Gouveia), Heorhiy Sudakov, Rafael “Rafa” Silva e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (76m – Franjo Ivanović)
1-0 – Aliou Baldé – 37m
1-1 – Rafael “Rafa” Silva – 44m
2-1 – Tom Gaal – 80m
Cartões amarelos – Lukas Görtler (30m), Jozo Stanić (62m) e Tom Gaal (90m); Evangelos “Vangelis” Pavlídis (64m)
Árbitro – Luca Pairetto (Itália)
Foi mais uma derrota humilhante do Benfica em jogos das competições europeias – na senda da sofrida, na temporada anterior, ante o Qarabag –, frente a um adversário de “4.ª linha”, que, à parte tratar-se do clube mais antigo da Europa continental (fundado em 1879) não dispõe de outros pergaminhos notórios em termos de desempenho competitivo.
Mas, muito pior que o desfecho deste desafio, foi a forma como ele decorreu, com a modesta equipa suíça sempre em posição de controlo, a mostrar maior ambição e a superiorizar-se nas várias vertentes do jogo, justificando plenamente o histórico triunfo alcançado.
No primeiro encontro oficial da temporada, ao Benfica faltou tudo – e as ausências de meia dúzia de titulares, ainda em período de férias, na sequência do Mundial, não podem justificar tantas insuficiências –, denotando grandes dificuldades em termos físicos, de entrosamento, sem a intensidade necessário para um jogo “a doer”, sem, sequer, conseguir sair a jogar, forçado a recorrer a sucessivos lançamentos em profundidade, quase sempre mal sucedidos.
Com três estreias absolutas: Lenglet, a “substituir” Otamendi, o jovem Miguel Figueiredo (sagrado Campeão Mundial sub-17 no final do ano passado) e Jakub Kamiński, a equipa benfiquista pareceu estar numa fase ainda atrasada de assimilação de processos e das ideias do novo treinador, Marco Silva, tendo sido surpreendida pela forma desinibida e intensa com que o seu opositor enfrentou esta partida.
O St. Gallen desde cedo se mostrou mais “arrumado” dentro de campo, com a lição bem estudada, não só não deixando o Benfica construir o jogo, como, por seu lado, criando perigo nas suas investidas. Quando surgiu o tento inaugural, na parte final do primeiro tempo, o conjunto suíço criara já um par de situações embaraçosas, não sendo inesperado o golo.
Acusando o revés sofrido – na sequência de uma perda de bola –, a formação portuguesa desuniu-se e, logo depois, Baldé teve soberana ocasião para bisar, não fosse, nessa circunstância, a notável intervenção de Trubin, a salvar a sua baliza de maiores engulhos.
Pelo rumo que, já então, o jogo levava, foi quase que um lance de sorte, algo fortuito, o golo do empate, mesmo a findar a metade inicial, com Rafa, isolado frente ao guardião contrário, a dar a melhor sequência a uma boa solicitação de Pavlídis.
Apesar de o resultado ao intervalo ser bem simpático, face à exibição realizada, esperava-se, naturalmente, que o Benfica surgisse na segunda parte com outra atitude. Ao invés, as coisas não melhoraram, não tendo as alterações tentadas por Marco Silva resultado.
A equipa portuguesa nunca revelou capacidade para aproveitar as fraquezas que a turma suíça ia patenteando, nomeadamente a nível defensivo, vindo a ser castigada, a dez minutos do final da partida, com o golo da derrota, numa “bola parada”, em que o central Gaal beneficiou da enorme passividade da defesa contrária, cabeceando sem dificuldade, livre de oposição, para o fundo das redes.
A verdade é que o St. Gallen, e o seu treinador, com a tripla substituição operada aos 72 minutos, evidenciara maior vontade de procurar desfazer o empate a seu favor. E conseguiu-o.
Uma noite não para esquecer, mas para revisitar, de forma a procurar, com a maior urgência, rectificar erros.
Perante um adversário deste calibre, não passará pela cabeça de ninguém que o Benfica não supere, em casa, a eliminatória, mas, para tal, há muito trabalho a realizar, em curto período de tempo, entrando, por agora, em situação desvantajosa, que terá de inverter.
Mundial 2026
- 10 golos – Kylian Mbappé (França)
- 8 golos – Lionel Messi (Argentina)
- 7 golos – Erling Haaland (Noruega); e Jude Bellingham (Inglaterra)
- 6 golos – Harry Kane (Inglaterra); e Ousmane Dembélé (França)
- 5 golos – Mikel Oyarzabal (Espanha)
- 4 golos – Ismaïla Sarr (Senegal); Julián Quiñones (México); e Vinícius Júnior (Brasil)
- 3 golos – Bradley Barcola (França); Brian Brobbey (Países Baixos); Bukayo Saka (Inglaterra); Charles De Ketelaere (Bélgica); Cody Gakpo (Países Baixos); Cristiano Ronaldo (Portugal); Deniz Undav (Alemanha); Elijah Just (Nova Zelândia); Folarin Balogun (EUA); Ismael Saibari (Marrocos); Johan Manzambi (Suíça); Jonathan David (Canadá); Kai Havertz (Alemanha); Lautaro Martínez (Argentina); Matheus Cunha (Brasil); Raúl Jiménez (México); Romelu Lukaku (Bélgica); e Yoane Wissa (R. D. Congo)
Mundial 2026 – Final – Espanha – Argentina
0-0 (1-0 a.p.)
Unai Simón, Pedro Porro, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte (99m – Eric García), Marc Cucurella, Rodrigo “Rodri” Hernández (99m – Martín Zubimendi), Fabián Ruiz (62m – Pedro “Pedri” González), Lamine Yamal, Daniel “Dani” Olmo (75m – Mikel Merino), Alejandro “Álex” Baena (75m – Nicholas “Nico” Williams) e Mikel Oyarzabal (62m – Ferran Torres)
Emiliano Martínez, Gonzalo Montiel (58m – Nahuel Molina), Cristian Romero (70m – Facundo Medina), Lisandro Martínez (44m – Nicolás Otamendi), Nicolás Tagliafico, Rodrigo de Paul (70m – Giuliano Simeone), Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Nicolás “Nico” González (45m – Leandro Paredes), Lionel Messi e Julián Álvarez (102m – Marcos Senesi)
1-0 – Ferran Torres – 106m
Cartões amarelos – Lisandro Martínez (41m), Leandro Paredes (52m), Enzo Fernández (82m), Cristian Romero (90m+2 – fora de campo) e Alexis Mac Allister (111m)
Cartão vermelho – Enzo Fernández (90m+3)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
MetLife Stadium, East Rutherford – New York City (15h00 / 20h00)
Foi uma Final de sentido único, em que a Argentina se notabilizou pelo facto de ser a primeira selecção finalista de um Mundial a não conseguir, sequer, um único remate à baliza nos noventa minutos!
Os números não dizem tudo, mas são bem eloquentes: depois de a Espanha ter chegado a uma contagem de 20-0 em remates, a formação sul-americana registaria, enfim, só nos minutos finais do prolongamento, já em desespero, dois remates (pese embora nenhum deles enquadrado com a baliza, em que a estatística final foi de 12-0).
Mais, até aos últimos dez minutos do tempo regulamentar, os dados de “Golos esperados” apontavam, de forma incrível, para um rotundo e absolutamente nulo “0,00” (a marca final, a favor da Espanha, seria de 1,94-0,20).
Mas também é verdade que a turma espanhola não potenciou tão grande controlo (66-34% em termos de posse de bola, sendo de mais de 80%, restringindo a observação ao último terço do terreno), com incontáveis passes, de pé para pé, pouco profícuos, apenas tendo sido consideradas quatro “grandes oportunidades”.
O jogo desenrolou-se, sobretudo, na faixa entre a linha de meio-campo e a grande área da Argentina, que tudo procurou fazer para travar as investidas espanholas, muitas vezes recorrendo à agressividade para além das marcas, qual batalha, com destaque para Paredes, que, tendo entrado em campo apenas para a segunda parte, poderia ter sido expulso umas duas vezes…
A Argentina não teve também a fortuna pelo seu lado, com ambos os defesas centrais a terem de ser substituídos por lesão, e, mesmo a findar o tempo regulamentar, ficando em inferioridade numérica, por incontestável expulsão de Enzo Fernández.
Se já assim fora durante a hora e meia, em que se limitara a tentar neutralizar o adversário, adormecer o jogo e perder tempo, na expectativa de um lampejo de Messi – que, desta feita, acabaria por nunca chegar –, tal toada mais se intensificou no prolongamento, nessa fase apostando tudo em levar a decisão para o desempate da marca de grande penalidade.
Só que a Espanha não esteve pelos ajustes, e, logo no minuto inicial da segunda metade do tempo extra, chegou ao tão almejado golo, na sequência de uma jogada de insistência, com um cruzamento bombeado, a cruzar toda a área, com Nico Williams, em esforço, a conseguir ainda o contacto com a bola antes que saísse pela linha final, impulsionando-a, de cabeça, para trás, para o miolo da área, onde surgiu, a rematar de primeira, sem hipóteses para Emiliano Martínez, o “herói” Ferran Torres.
Foi uma magra vitória, mas inquestionavelmente justa, a traduzir também as dificuldades que a Espanha encontrou em materializar o seu futebol. De tal modo que, pese embora o desnível patenteado pelas estatísticas, esteve sempre à mercê de um bambúrrio, de um golo “caído do céu” para a Argentina – ou, mais plausível, de não conseguir evitar a necessidade do desempate por “penalties” –, o que lhe poderia ter custado muito caro.
Já nos últimos cinco minutos do prolongamento, a Argentina teve soberana ocasião para empatar (gorada devido a um remate desastrado, muito por alto), mas tal não traduziria a verdade do jogo, num torneio em que o maior trunfo dos novos Campeões do Mundo foi a sua solidez defensiva, com um único golo consentido nos oito desafios disputados.
Num cômputo geral, tendo eliminado, sucessivamente, Áustria, Portugal, Bélgica, (a favorita) França, e derrotando a Argentina, a Espanha afirmou-se – numa prova em que, numa muita rara sincronia, as grandes individualidades estiveram, quase todas elas, em grande evidência (com destaque para os goleadores: Mbappé, Messi, Haaland, Bellingham, Kane e Dembélé) – como melhor colectivo do Mundo, juntando ao título Europeu que ostentava já, também o título de Campeã Mundial.
Mundial 2026 – 1/2 finais – Resultados
14.07.2026 (20h00) - França - Espanha 0-2 15.07.2026 (20h00) - Inglaterra - Argentina 1-2
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Mundial 2026 – 1/4 de final – Resultados
09.07.2026 (21h00) - França - Marrocos 2-0 10.07.2026 (20h00) - Espanha - Bélgica 2-1
11.07.2026 (22h00) - Noruega - Inglaterra (a.p. - 1-1) 1-2 12.07.2026 (02h00) - Argentina - Suíça (a.p. - 1-1) 3-1
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É o seguinte o alinhamento dos jogos das 1/2 finais:
- 14.07.2026 (20h00) – França – Espanha (Arlington – Dallas)
- 15.07.2026 (20h00) – Inglaterra – Argentina (Atlanta)
Mundial 2026 – 1/8 de final – Resultados
04.07.2026 (22h00) - Paraguai - França 0-1 04.07.2026 (18h00) - Canadá - Marrocos 0-3 06.07.2026 (20h00) - Portugal - Espanha 0-1 07.07.2026 (01h00) - EUA - Bélgica 1-4
05.07.2026 (21h00) - Brasil - Noruega 1-2 06.07.2026 (01h00) - México - Inglaterra 2-3 07.07.2026 (17h00) - Argentina - Egipto 3-2 07.07.2026 (21h00) - Suíça - Colômbia (4-3 gp) 0-0
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- 3 golos – Brian Brobbey (Países Baixos); Cody Gakpo (Países Baixos); Cristiano Ronaldo (Portugal); Deniz Undav (Alemanha); Elijah Just (Nova Zelândia); Folarin Balogun (EUA); Ismael Saibari (Marrocos); Johan Manzambi (Suíça); Jonathan David (Canadá); Kai Havertz (Alemanha); Matheus Cunha (Brasil); Raúl Jiménez (México); Romelu Lukaku (Bélgica); e Yoane Wissa (R. D. Congo)
É o seguinte o alinhamento dos jogos dos 1/4 de final:
- 09.07.2026 (21h00) – França – Marrocos (Foxborough – Boston)
- 10.07.2026 (20h00) – Espanha – Bélgica (Inglewood – Los Angeles)
- 11.07.2026 (22h00) – Noruega – Inglaterra (Miami Gardens)
- 12.07.2026 (02h00) – Argentina – Suíça (Kansas City)







